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  • Materiais necessários
  • Como funciona
  • Como é usado
  • Dosagem por objetivo
  • Protocolo de dosagem
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  • Referências
Guia de Peptídeos/ARA-290
Recuperação

ARA-290

Peptídeo sintético derivado da eritropoietina (EPO) que ativa apenas o receptor tecidual (EPOR/βcR), sem efeitos hematopoiéticos. Neuroprotetor e anti-inflamatório.

📚

Este guia compila literatura científica publicada, protocolos de pesquisa e experiências documentadas. Não substitui orientação médica profissional — use como ponto de partida para identificar fontes primárias. As referências estão na seção final de cada página.

Resumo

Peptídeo sintético derivado da eritropoietina (EPO) que ativa apenas o receptor tecidual (EPOR/βcR), sem efeitos hematopoiéticos. Neuroprotetor e anti-inflamatório. O ARA-290 é um peptídeo helicoidal sintético de 11 aminoácidos (sequência derivada da hélice B da eritropoietina humana) que se liga se

Resumo rápido

Convenção: seringa de insulina U-100 — 1 mL = 100 UI

Frasco

10 mg

Via

Subcutânea

Concentração

5 mg/mL

Armazenamento

Refrigerar 2–8°C

Reconstituição e cálculo de dose

Os valores partem do que você informar — nada é prescrito

Diluente: Água Bacteriostática

ARA-290 dissolve em água bacteriostática. Reconstituir com 2 mL de BAC water (5mg/mL). ATENÇÃO: instável em temperatura ambiente — manter refrigerado e usar dentro do prazo. Proteger da luz e evitar ciclos de congelamento/descongelamento.

Dados do frasco

Tabela de concentração

Quanto de composto por volume de diluente

Água BACConcentraçãoPor 10 U (0,1 mL)Por 50 U (0,5 mL)
1 mL10 mg/mL1 mg5 mg
2 mL5 mg/mL500 mcg2,5 mg
3 mL3,33 mg/mL333 mcg1,67 mg

Frasco de 10 mg · seringa de insulina U-100 (1 mL = 100 unidades). Valores calculados a partir do volume de diluente — não são prescrição.

Passos de reconstituição

  1. 1Higienize as mãos e a bancada; limpe a tampa do frasco com swab de álcool.
  2. 2Aspire 2 mL de água bacteriostática com seringa estéril.
  3. 3Injete o diluente lentamente pela parede interna do frasco, sem mirar diretamente no pó.
  4. 4Gire o frasco suavemente até dissolver por completo — nunca agite ou chacoalhe.
  5. 5Rotule com a data de reconstituição e guarde refrigerado (2–8°C).

Materiais necessários

  • Frasco de ARA-290 (10 mg)
  • Água Bacteriostática estéril
  • Seringa estéril (1–3 mL) para reconstituir
  • Seringa de insulina U-100 para medir a dose
  • Swabs de álcool 70%
  • Recipiente para descarte de perfurocortantes

Como funciona

O ARA-290 é um peptídeo helicoidal sintético de 11 aminoácidos (sequência derivada da hélice B da eritropoietina humana) que se liga seletivamente ao receptor heterodímero composto por EPOR (receptor de eritropoietina) e βcR (receptor beta comum, CD131), denominado receptor de proteção tecidual (Tissue-Protective Receptor — TPR). Ao contrário da EPO endógena, o ARA-290 não ativa o homodímero EPOR/EPOR responsável pela eritropoiese, eliminando os riscos hematopoiéticos associados. A ativação do complexo EPOR/βcR desencadeia vias intracelulares anti-apoptóticas e anti-inflamatórias, incluindo ativação de JAK2/STAT5, PI3K/Akt e NF-κB inibitório, resultando em redução de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β, IL-6), inibição de caspases e promoção de sobrevivência celular em tecidos sob estresse isquêmico, metabólico ou inflamatório. Em nervos periféricos, promove remielinização, regeneração axonal e redução de hiperexcitabilidade de nociceptores — mecanismo central para o efeito analgésico em neuropatia.

Como costuma ser usado

Dose habitual

4 mg · 1x/dia ou dias alternados

Timing

Manhã ou tarde · conforme protocolo

Ciclo

4–12 semanas

Combo ideal

BPC-157

›Protocolo baseado em estudos clínicos: 4mg via subcutânea (SC) uma vez ao dia, ciclos de 4–12 semanas dependendo da indicação. Em neuropatia diabética periférica (indicação mais estudada): 4mg/dia SC por 4 semanas demonstrou melhora significativa em dor e função autonômica em ensaios fase II. Em contexto de pesquisa/auto-experimentação para dor crônica neuropática ou inflamação sistêmica: iniciar com 2mg/dia SC nas primeiras 1–2 semanas para avaliação de tolerância, depois progredir para 4mg/dia. Aplicação subcutânea em região abdominal, coxa ou glúteo, rodando sítios. Ciclos de 8–12 semanas com pausa de 4–6 semanas entre ciclos. Pode ser usado em dias alternados (4mg em dias alternados) em contexto de manutenção pós-ciclo principal.

Dosagem por objetivo

Faixas estudadas conforme o objetivo — não são prescrição

Objetivo terapêuticoDoseFrequência
Neuroproteção e alívio de neuropatia periférica dolorosa1x/dia via SC; ciclos de 4–8 semanas com avaliação de sintomas neuropáticos4 – 8 mg1x/dia via SC; ciclos de 4–8 semanas com avaliação de sintomas neuropáticos
Modulação anti-inflamatória sistêmica e proteção tecidual em condições isquêmicas1x/dia via SC; uso contínuo por até 8 semanas em contextos inflamatórios crônicos4 mg1x/dia via SC; uso contínuo por até 8 semanas em contextos inflamatórios crônicos
Suporte à regeneração nervosa e remielinização (pesquisa clínica)1x/dia via SC; uso exclusivo em pesquisa avançada com acompanhamento neurológico especializado8 – 16 mg1x/dia via SC; uso exclusivo em pesquisa avançada com acompanhamento neurológico especializado

Protocolo de dosagem

Iniciante → Intermediário → Avançado

NívelDoseFrequênciaVia
Iniciante2 mgdias alternadosSC
Intermediário4 mg1x/dia ou dias alternadosSC
Avançado4 mg1x/dia · manhã ou tardeSC
Iniciante: dias alternados · SCAvaliar tolerabilidade e resposta à dor
Intermediário: 1x/dia ou dias alternados · SCDose utilizada nos estudos de neuropatia
Avançado: 1x/dia · manhã ou tarde · SCCombinar com BPC-157 para efeito sinérgico

Iniciante:Avaliar tolerabilidade e resposta à dor

Intermediário:Dose utilizada nos estudos de neuropatia

Avançado:Combinar com BPC-157 para efeito sinérgico

Ciclo: 4–12 semanas

›Análogo da eritropoietina sem atividade eritropoiética — foco em neuroproteção e anti-inflamação. Combinar com BPC-157 para protocolos de recuperação neuropática.

Protocolo de titulação

Escalonamento progressivo da dose

  1. 1
    Passo 1 — Dose de tolerância inicial2 mg

    1x/dia via SC por 5–7 dias; avaliar reação local, tolerância sistêmica e perfil de segurança antes de avançar

  2. 2
    Passo 2 — Dose terapêutica padrão4 mg

    1x/dia via SC; manter por 3–4 semanas; avaliar melhora em escores de dor neuropática (ex: NRS ou DN4) antes de considerar escalonamento

  3. 3
    Passo 3 — Dose terapêutica avançada (pesquisa)8 mg

    1x/dia via SC; uso em pesquisa especializada; monitorar parâmetros hematológicos (ausência de efeito eritropoiético esperada, mas verificar hematócrito a cada 4 semanas)

Ciclo recomendado

Duração do ciclo

4 – 8 semanas ON · 4 semanas OFF; uso contínuo por até 12 semanas documentado em estudos clínicos com segurança aceitável

›O ARA-290 atua seletivamente no receptor de proteção tecidual (EPOR/βcR) sem ativar a eritropoiese, permitindo uso terapêutico sem os riscos tromboembólicos da EPO exógena. Ciclos curtos são suficientes para induzir remielinização e redução de inflamação neural, com efeitos que persistem além da fase de administração ativa.

Dose diária máxima documentada em ensaios clínicos: 16 mg/dia. O ARA-290 não eleva hematócrito nem hemoglobina em doses terapêuticas — confirmar ausência de atividade eritropoiética com hemograma basal e controle ao final do ciclo. A seletividade pelo TPR é o diferencial de segurança crítico em relação à EPO convencional.

Benefícios e riscos

Benefícios relatados

  • Redução significativa da dor neuropática periférica em pacientes com neuropatia diabética — documentada em ensaios clínicos fase II com melhora em escalas de dor (VAS/NRS) e função de fibras nervosas pequenas (inervação epidérmica)
  • Neuroproteção e promoção de regeneração axonal em fibras nervosas finas (Aδ e C) sem estimular produção de eritrócitos — perfil de segurança hematopoiética favorável
  • Ação anti-inflamatória sistêmica via supressão de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β, IL-6, MCP-1) — potencial em condições inflamatórias crônicas
  • Melhora de função autonômica em neuropatia diabética autonômica — redução de disautonomia documentada em estudos clínicos (melhora de variabilidade da frequência cardíaca e função pupilar)
  • Potencial neuroprotetor em condições de isquemia cerebral e lesão medular — evidências pré-clínicas robustas de redução de apoptose neuronal pós-isquemia
  • Efeito protetor em células β pancreáticas — estudos em modelos de diabetes tipo 1 e 2 sugerem preservação de massa de ilhotas e melhora de secreção de insulina
  • Potencial benefício em sarcoidose com neuropatia de fibras finas — ensaios clínicos específicos mostraram melhora de sintomas autonômicos e sensoriais
  • Melhora de cicatrização e regeneração tecidual em modelos de lesão isquêmica — via ativação de células progenitoras endoteliais e redução de fibrose

Riscos e efeitos colaterais

  • Ausência de aprovação regulatória (FDA/EMA/ANVISA) — uso restrito a contexto experimental/pesquisa
  • dados de segurança a longo prazo (>12 semanas) limitados em humanos
  • Possível reação no sítio de injeção subcutânea — eritema, edema e desconforto local transitório (relatado em estudos clínicos em minoria dos participantes)
  • Instabilidade molecular em temperatura ambiente — degradação rápida acima de 8°C
  • falha no armazenamento compromete completamente a bioatividade do peptídeo sem indicação visual de degradação
  • Interações farmacológicas com imunossupressores ou agentes anti-inflamatórios biológicos (ex: anti-TNF) são teoricamente possíveis via sobreposição de vias, embora não documentadas clinicamente
  • Efeitos em indivíduos com policitemia, doenças tromboembólicas ou neoplasias hematológicas são desconhecidos — ausência de dados de segurança nestas populações, embora a via eritropoiética não seja ativada
  • Hipersensibilidade ou reação alérgica ao peptídeo sintético — rara, mas possível como com qualquer peptídeo exógeno
  • ausência de dados sobre imunogenicidade em uso prolongado

Contraindicações

Quem NÃO deve usar

  • Policitemia vera ou eritrocitose secundária (monitoramento obrigatório mesmo com ausência de atividade hematopoiética esperada)
  • Gestação ou amamentação (derivado da EPO; ausência de dados de segurança fetal)
  • Histórico de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar recente (cautela por efeitos vasculares do sistema EPOR)
  • Neoplasias hematológicas ativas envolvendo linhagem eritroide
  • Insuficiência renal grave ou hepática (farmacocinética não estabelecida nessas populações)
  • Hipersensibilidade conhecida a derivados ou análogos da eritropoietina humana recombinante

Linha do tempo esperada

Dias 1–7: início da modulação anti-inflamatória sistêmica — redução de citocinas inflamatórias circulantes; possível leve melhora subjetiva de bem-estar e redução de hipersensibilidade periférica nas primeiras aplicações → Sem 2–4: redução perceptível da dor neuropática e parestesias — melhora documentada em escalas de dor em estudos clínicos; início de processos de regeneração de fibras nervosas finas → Sem 4–8: melhora funcional progressiva — aumento de densidade de inervação epidérmica (marcador objetivo de regeneração de fibras C), melhora de função autonômica e sensorial, redução sustentada de marcadores inflamatórios → Sem 8–12: plateau de benefícios neurológicos em respondedores — consolidação de regeneração axonal e remielinização; melhora de qualidade de vida e função motora fina em neuropatia avançada → Off (pós-ciclo): benefícios neurológicos tendem a persistir por semanas a meses após cessação devido à regeneração estrutural dos nervos; monitorar recorrência de sintomas neuropáticos para decisão de novo ciclo

Técnica de aplicação

Aplicação subcutânea: pince a pele do abdômen ou coxa, insira a agulha em ângulo de 45–90°, aspire/injete devagar e faça rodízio dos locais a cada aplicação.

Armazenamento

  • Após reconstituir: refrigere a 2–8°C, protegido da luz.
  • Respeite a validade do composto após a reconstituição.
  • Frasco lacrado (liofilizado): mantenha congelado/refrigerado conforme indicado.
  • Descarte se a solução estiver turva, com partículas ou alterar de cor.

Notas importantes

Dosagem mais estudada em ensaios clínicos humanos: 4mg/dia via subcutânea (SC), aplicação uma vez ao dia, preferencialmente no mesmo horário. Para o frasco de 10mg, reconstituir com 2,5mL de água bacteriostática (BAC water) para concentração de 4mg/mL — dose diária de 4mg corresponde a 1,0mL (100 unidades em seringa de insulina U-100). Armazenamento crítico: pó liofilizado a -20°C; solução reconstituída a 2–8°C (geladeira) por no máximo 28 dias — nunca em temperatura ambiente. Aplicar SC no abdômen, rodando sítios de aplicação diariamente para evitar lipodistrofia. Não agitar vigorosamente o frasco após reconstituição — inverter suavemente para homogeneizar.

Combinações

Combinações populares

  • BPC-157 (sinergia neuroprotetora e anti-inflamatória — BPC-157 promove regeneração vascular e tecidual local enquanto ARA-290 atua na regeneração de fibras nervosas finas e modulação sistêmica de inflamação
  • combinação potente em neuropatia periférica e lesões com componente inflamatório-neural)
  • Semax ou Selank (peptídeos nootrópicos neurotróficos — combinação potencializa neuroproteção central e periférica
  • Semax aumenta BDNF e NGF, complementando a regeneração axonal promovida pelo ARA-290)
  • Cerebrolysin (hidrolisado de peptídeos neurotróficos — sinergia em contexto de lesão neurológica mais grave ou neuropatia autonômica
  • Cerebrolysin fornece fatores neurotróficos exógenos enquanto ARA-290 cria ambiente anti-inflamatório propício à regeneração)
  • SS-31 / Elamipretida (peptídeo mitoprotetor que protege mitocôndrias de neurônios periféricos sob estresse metabólico — sinergia em neuropatia diabética onde disfunção mitocondrial neuronal é componente central da patologia)

Suplementos complementares

  • Ácido R-Alfa-Lipóico (antioxidante neuroprotetor com evidência clínica em neuropatia diabética), Vitamina B12 Metilcobalamina (cofator essencial para mielinização e função nervosa), Vitamina D3 + K2 (modulação imune e neuroproteção), Magnésio Treonato (forma com maior penetração no SNC, suporte a função nervosa), Acetil-L-Carnitina (neuroproteção mitocondrial em fibras nervosas periféricas), Óleo de Peixe EPA/DHA (resolução de inflamação via resolvinas e protectinas — sinergia com mecanismo anti-inflamatório do ARA-290)

Relacionados

AHK-Cu→B7-33→BPC-157→BPC-157 + TB500 Combo→

Perguntas frequentes

O que é ARA-290 e para que é estudado?

⌄

Peptídeo sintético derivado da eritropoietina (EPO) que ativa apenas o receptor tecidual (EPOR/βcR), sem efeitos hematopoiéticos. Neuroprotetor e anti-inflamatório. O ARA-290 é um peptídeo helicoidal sintético de 11 aminoácidos (sequência derivada da hélice B da eritropoietina humana) que se liga seletivamente ao receptor heterodímero composto por EPOR (receptor de eritropoietina) e βcR (receptor beta comum, CD131), denominado receptor de proteção tecidual (Tissue-Protective Receptor — TPR). Ao contrário da EPO endógena, o ARA-290 não ativa o homodímero EPOR/EPOR responsável pela eritropoiese, eliminando os riscos hematopoiéticos associados. A ativação do complexo EPOR/βcR desencadeia vias intracelulares anti-apoptóticas e anti-inflamatórias, incluindo ativação de JAK2/STAT5, PI3K/Akt e NF-κB inibitório, resultando em redução de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β, IL-6), inibição de caspases e promoção de sobrevivência celular em tecidos sob estresse isquêmico, metabólico ou inflamatório. Em nervos periféricos, promove remielinização, regeneração axonal e redução de hiperexcitabilidade de nociceptores — mecanismo central para o efeito analgésico em neuropatia. Conteúdo educacional — não substitui orientação médica.

Como reconstituir ARA-290?

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A reconstituição usa água bacteriostática (cerca de 2 mL): injete o diluente lentamente pela parede do frasco e gire suavemente até dissolver — nunca agite. Use sempre material estéril. Veja o passo a passo completo nesta página.

Como armazenar ARA-290?

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Refrigerar 2–8°C. Rotule o frasco com a data de reconstituição e proteja da luz.

Referências

  1. 1van Velzen M, et al. ARA 290 for treatment of small fiber neuropathy in sarcoidosis. Expert Opin Investig Drugs. 2014. DOI ↗
  2. 2Brines M, et al. ARA 290, a nonerythropoietic peptide engineered from erythropoietin, improves metabolic control and neuropathic symptoms in patients with type 2 diabetes. Mol Med. 2015. DOI ↗
  3. 3Xie J, et al. Mesoporous Silica Particles as a Multifunctional Delivery System for Pain Relief in Experimental Neuropathy. Adv Healthc Mater. 2016. DOI ↗
  4. 4Liu Y, et al. Erythropoietin-derived nonerythropoietic peptide ameliorates experimental autoimmune neuritis by inflammation suppression and tissue protection. PLoS One. 2014. DOI ↗
  5. Buscar mais artigos no PubMed ↗

Artigos obtidos do PubMed (NCBI). Os links levam ao DOI ou à ficha no PubMed.

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Veja também

  • Calculadora de reconstituição
  • Glossário de termos
  • Catálogo de peptídeos

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