GHK-Cu vs ARA-290
Comparação lado a lado de mecanismo, benefícios, riscos, dose, frequência e validade. Ambos são peptídeos da categoria recuperação.
Conteúdo educacional · Não é recomendação médica
Tripeptídeo cobre-dependente de ocorrência natural no plasma humano. Potente agente de regeneração tecidual, reparação de DNA e ativação de genes de longevidade. Já Peptídeo sintético derivado da eritropoietina (EPO) que ativa apenas o receptor tecidual (EPOR/βcR), sem efeitos hematopoiéticos. Neuroprotetor e anti-inflamatório.
Comparação lado a lado
| Critério | RecuperaçãoGHK-Cu | RecuperaçãoARA-290 |
|---|---|---|
| Categoria | Recuperação | Recuperação |
| Mecanismo | O GHK-Cu (glicil-L-histidil-L-lisina cúprico) é um tripeptídeo endógeno que forma um complexo de alta afinidade com o íon cobre Cu²⁺, atuando como modulador pleiotrópico da expressão gênica ao interagir com receptores de superfície celular e ativar vias de sinalização intracelular como PI3K/Akt, TGF-β e NF-κB de forma regulatória. | O ARA-290 é um peptídeo helicoidal sintético de 11 aminoácidos (sequência derivada da hélice B da eritropoietina humana) que se liga seletivamente ao receptor heterodímero composto por EPOR (receptor de eritropoietina) e βcR (receptor beta comum, CD131), denominado receptor de proteção tecidual (Tissue-Protective Receptor — TPR). |
| Benefícios |
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| Riscos |
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| Dose habitual | 3 mg | — |
| Frequência | Diário | — |
| Via | Subcutânea | Subcutânea |
| Validade reconstituído | 60 dias | — |
Qual escolher?
GHK-Cu e ARA-290 compartilham o objetivo de recuperação, mas diferem em mecanismo, perfil de dose e frequência. A escolha depende da resposta individual, da tolerância e do protocolo planejado. Use a tabela acima para pesar mecanismo, riscos e praticidade de administração. Para detalhes completos, consulte as páginas individuais de cada peptídeo.
Vai reconstituir um deles? Calcule a dose na seringa.