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  • Como funciona
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  • Dosagem por objetivo
  • Protocolo de dosagem
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Guia de Peptídeos/BPC-157
Recuperação

BPC-157

Pentadecapeptídeo derivado de uma proteína de proteção gástrica humana. Um dos peptídeos mais estudados para reparo tecidual, intestino e tendões.

📚

Este guia compila literatura científica publicada, protocolos de pesquisa e experiências documentadas. Não substitui orientação médica profissional — use como ponto de partida para identificar fontes primárias. As referências estão na seção final de cada página.

Resumo

Pentadecapeptídeo derivado de uma proteína de proteção gástrica humana. Um dos peptídeos mais estudados para reparo tecidual, intestino e tendões. O BPC-157 (Body Protection Compound-157) é um pentadecapeptídeo (sequência: Gly-Glu-Pro-Pro-Pro-Gly-Lys-Pro-Ala-Asp-Asp-Ala-Gly-Leu-Val) derivado da prot

Resumo rápido

Convenção: seringa de insulina U-100 — 1 mL = 100 UI

Frasco

10 mg

Dose comum

500 mcg

Frequência

Diário

Via

Subcutânea

Concentração

5 mg/mL

Validade reconst.

60 dias

Armazenamento

Refrigerar 2–8°C

Reconstituição e cálculo de dose

Os valores partem do que você informar — nada é prescrito

Adicione 2 mL de água bacteriostática ao frasco de 10 mg → concentração de 5 mg/mL. Misture girando o frasco suavemente, sem agitar.

Dados do frasco

Tabela de concentração

Quanto de composto por volume de diluente

Água BACConcentraçãoPor 10 U (0,1 mL)Por 50 U (0,5 mL)
1 mL10 mg/mL1 mg5 mg
2 mL5 mg/mL500 mcg2,5 mg
3 mL3,33 mg/mL333 mcg1,67 mg

Frasco de 10 mg · seringa de insulina U-100 (1 mL = 100 unidades). Valores calculados a partir do volume de diluente — não são prescrição.

Passos de reconstituição

  1. 1Higienize as mãos e a bancada; limpe a tampa do frasco com swab de álcool.
  2. 2Aspire 2 mL de água bacteriostática com seringa estéril.
  3. 3Injete o diluente lentamente pela parede interna do frasco, sem mirar diretamente no pó.
  4. 4Gire o frasco suavemente até dissolver por completo — nunca agite ou chacoalhe.
  5. 5Rotule com a data de reconstituição e guarde refrigerado (2–8°C).

Materiais necessários

  • Frasco de BPC-157 (10 mg)
  • água bacteriostática estéril
  • Seringa estéril (1–3 mL) para reconstituir
  • Seringa de insulina U-100 para medir a dose
  • Swabs de álcool 70%
  • Recipiente para descarte de perfurocortantes

Como funciona

O BPC-157 (Body Protection Compound-157) é um pentadecapeptídeo (sequência: Gly-Glu-Pro-Pro-Pro-Gly-Lys-Pro-Ala-Asp-Asp-Ala-Gly-Leu-Val) derivado da proteína de proteção gástrica humana, que exerce seus efeitos pleitrópicos através de múltiplas vias moleculares: ativa o sistema óxido nítrico (NO) via upregulation da eNOS e nNOS, promovendo vasodilatação, angiogênese e cicatrização tecidual; modula as vias FAK-paxilina e VEGFR2, estimulando a migração de fibroblastos, a síntese de colágeno tipo I e a neovascularização em tecidos lesionados. Adicionalmente, o BPC-157 interage com os sistemas dopaminérgico e serotoninérgico no SNC — modulando receptores D1/D2 e receptores 5-HT — além de inibir a via NF-κB, reduzindo a cascata inflamatória; sua ação sobre o eixo intestino-cérebro envolve a modulação do nervo vago e a proteção da mucosa gastrointestinal através da inibição da peroxidação lipídica e promoção da expressão de fatores de crescimento locais como EGF e TGF-β.

Como costuma ser usado

Dose habitual

250–500 mcg · 1–2x/dia

Timing

Manhã · ou dividido manhã e noite

Ciclo

4–12 semanas

Combo ideal

TB500 (Thymosin B4)

›Para saúde intestinal: administrar oral em água. SC próximo à área lesionada.

Dosagem por objetivo

Faixas estudadas conforme o objetivo — não são prescrição

Objetivo terapêuticoDoseFrequência
Reparo de lesões tendinosas, ligamentares e musculoesqueléticas agudas1–2x/dia via SC; aplicar preferencialmente próximo ao sítio de lesão; ciclos de 4–8 semanas250 – 500 mcg1–2x/dia via SC; aplicar preferencialmente próximo ao sítio de lesão; ciclos de 4–8 semanas
Proteção e regeneração da mucosa gastrointestinal (intestino permeável, colite, úlceras)1–2x/dia via oral ou SC; uso oral potencializa ação local no TGI; ciclos de 4–8 semanas250 – 500 mcg1–2x/dia via oral ou SC; uso oral potencializa ação local no TGI; ciclos de 4–8 semanas
Neuroproteção e modulação do eixo intestino-cérebro em contextos inflamatórios crônicos1x/dia via SC; ciclos de 6–12 semanas com avaliação clínica periódica500 mcg1x/dia via SC; ciclos de 6–12 semanas com avaliação clínica periódica
Suporte à cicatrização sistêmica e recuperação pós-cirúrgica (pesquisa)1–2x/dia via SC; uso perioperatório em pesquisa especializada com monitoramento clínico500 – 1.000 mcg1–2x/dia via SC; uso perioperatório em pesquisa especializada com monitoramento clínico

Protocolo de dosagem

Iniciante → Intermediário → Avançado

NívelDoseFrequênciaVia
Iniciante250 mcg1x/diaSC ou oral
Intermediário500 mcg1–2x/diaSC
Avançado750–1.000 mcg2x/diaSC próximo à lesão
Iniciante: 1x/dia · SC ou oralOral em água para saúde intestinal
Intermediário: 1–2x/dia · SCSC próximo à área lesionada
Avançado: 2x/dia · SC próximo à lesãoDividir: manhã + noite

Iniciante:Oral em água para saúde intestinal

Intermediário:SC próximo à área lesionada

Avançado:Dividir: manhã + noite

Ciclo: 4–12 semanas

›Para lesões agudas: 4–6 semanas. Crônicas: 8–12 semanas. Oral em água para colite e saúde intestinal — SC para lesões musculoesqueléticas.

Ciclo recomendado

Duração do ciclo

4 – 12 semanas ON · 2 – 4 semanas OFF; uso contínuo aceitável em condições crônicas sob supervisão

›O BPC-157 não requer titulação gradual por não atuar em eixos hormonais que gerem tolerância ou supressão de feedback. A dose terapêutica plena pode ser iniciada diretamente. Ciclos definidos são recomendados como boa prática, embora o perfil de segurança documentado permita uso mais prolongado em condições inflamatórias crônicas ou intestinais.

Dose diária conservadora: ≤ 1.000 mcg/dia (divididos em até 2 aplicações). Administração oral é eficaz para patologias gastrointestinais; via SC é preferida para lesões sistêmicas, musculoesqueléticas ou neurológicas. Evitar injeção intravascular direta. Dados de segurança em humanos a longo prazo ainda são limitados a estudos observacionais.

Benefícios e riscos

Benefícios relatados

  • Aceleração significativa do reparo de tendões, ligamentos e músculos lesionados via ativação de fibroblastos, síntese de colágeno e neovascularização local
  • Cicatrização e regeneração da mucosa gastrointestinal — eficaz em úlceras gástricas, síndrome do intestino irritável, doença inflamatória intestinal e permeabilidade intestinal aumentada (leaky gut)
  • Neuroproteção e regeneração do sistema nervoso central e periférico, incluindo proteção de neurônios dopaminérgicos e potencial em lesões medulares
  • Efeito anti-inflamatório sistêmico por inibição da via NF-κB e modulação de citocinas pró-inflamatórias (IL-6, TNF-α)
  • Proteção hepática contra danos induzidos por álcool, fármacos (ex: AINEs) e toxinas, com evidências de regeneração hepatocelular
  • Estabilização do sistema dopaminérgico e serotoninérgico, com potencial neuroprotetor em modelos de abstinência, depressão e discinesia
  • Redução de dor aguda e crônica por modulação de óxido nítrico e inibição de mediadores inflamatórios locais
  • Melhora da saúde cardiovascular com proteção endotelial, redução de lesões vasculares e modulação da pressão arterial via sistema NO

Riscos e efeitos colaterais

  • Estimulação de angiogênese — embora benéfica no tecido saudável, existe preocupação teórica de que a neovascularização possa favorecer progressão tumoral em indivíduos com neoplasias pré-existentes (contraindicado em contexto oncológico ativo)
  • Dados clínicos em humanos ainda limitados — a maioria das evidências é proveniente de modelos animais (ratos), com poucos ensaios clínicos randomizados publicados até o momento
  • Possível modulação excessiva do sistema dopaminérgico em indivíduos predispostos, com relatos anedóticos de alterações de humor, letargia ou vivacidade excessiva nas primeiras semanas
  • Reações locais no ponto de injeção — dor transitória, eritema e formação de nódulos subcutâneos, especialmente com aplicações diárias no mesmo sítio
  • Interação teórica com anticoagulantes e anti-inflamatórios — a modulação de NO e prostaglandinas pode potencializar ou antagonizar esses fármacos
  • Ausência de dados sobre segurança no uso prolongado (acima de 6 meses) e em populações especiais (gestantes, crianças, hepatopatas graves)
  • Qualidade e pureza variável entre fornecedores de pesquisa — risco de contaminação ou subdosagem em produtos não certificados

Contraindicações

Quem NÃO deve usar

  • Neoplasias ativas ou histórico recente de câncer (BPC-157 estimula angiogênese via VEGFR2, o que pode potencialmente favorecer crescimento tumoral)
  • Gestação ou amamentação (ausência de dados de segurança; efeitos sobre o desenvolvimento fetal desconhecidos)
  • Uso concomitante com anticoagulantes em altas doses (modulação da via NO pode potencializar efeito vasodilatador e antiagregante)
  • Hipersensibilidade conhecida ao peptídeo ou aos excipientes da formulação
  • Distúrbios convulsivos não controlados (modulação dopaminérgica e serotoninérgica pode alterar limiar convulsivo)

Linha do tempo esperada

Dias 1-5: início da modulação de óxido nítrico e redução de edema e dor local — melhora subjetiva imediata da inflamação aguda → Sem 1-2: redução perceptível da dor crônica, melhora da mobilidade na área lesionada e primeiros sinais de regeneração de mucosa gastrointestinal → Sem 3-4: aceleração da síntese de colágeno e remodelamento tecidual visível — tendões e ligamentos com maior resistência e funcionalidade progressiva → Sem 5-8: reparação tecidual avançada com neovascularização local consolidada, melhora significativa em lesões musculoesqueléticas moderadas a graves → Sem 8-12: restauração funcional substancial ou completa dependendo da gravidade da lesão — espermograma, marcadores inflamatórios e sintomas gastrointestinais normalizados → Off (pós-ciclo): manutenção dos benefícios estruturais adquiridos; tecido neoformado permanece; nova avaliação clínica para definir necessidade de ciclo adicional

Técnica de aplicação

Aplicação subcutânea: pince a pele do abdômen ou coxa, insira a agulha em ângulo de 45–90°, aspire/injete devagar e faça rodízio dos locais a cada aplicação.

Armazenamento

  • Após reconstituir: refrigere a 2–8°C, protegido da luz.
  • Use em até 60 dias após a reconstituição.
  • Frasco lacrado (liofilizado): válido por cerca de 730 dias quando bem armazenado.
  • Descarte se a solução estiver turva, com partículas ou alterar de cor.

Notas importantes

Para reconstituição: adicionar 2 mL de água bacteriostática a um frasco de 10 mg, resultando em concentração de 5.000 mcg/mL — para dose de 500 mcg, aspirar 0,1 mL em seringa de insulina (10 UI na marcação). Aplicação subcutânea próxima ao tecido-alvo (peri-lesional) potencializa a ação local; para efeito sistêmico ou intestinal, a via oral (diluído em água, em jejum) ou sublingual também é válida, pois o peptídeo demonstra estabilidade relativa em meio ácido gástrico. Refrigerar o frasco reconstituído entre 2–8°C e utilizar em até 4 semanas; frasco liofilizado íntegro pode ser mantido a -20°C por até 24 meses. Para maximizar o reparo tecidual, combinar com descanso ativo da área lesionada e fisioterapia — o BPC-157 acelera o processo biológico, mas não substitui o estímulo mecânico necessário para remodelamento colágeno.

Combinações

Combinações populares

  • TB-500 / Thymosin Beta-4 (sinergia regenerativa potente — BPC-157 atua localmente via angiogênese e síntese de colágeno enquanto TB-500 promove mobilização sistêmica de células-tronco e actin upregulation, cobrindo reparo local e sistêmico simultaneamente)
  • Peptídeos GH (CJC-1295/Ipamorelin) (o aumento de IGF-1 e GH pelo secretagogo amplifica a síntese proteica e regeneração tecidual iniciada pelo BPC-157, acelerando a recuperação muscular e de tecidos conectivos)
  • GHK-Cu (peptídeo de cobre com ação sinérgica na síntese de colágeno, remodelamento da matriz extracelular e ativação de genes de reparo — combina bem topicamente ou sistematicamente com BPC-157)
  • Glutamina + Zinco-Carnosina (suplementação oral que potencializa o efeito do BPC-157 na mucosa intestinal, fornecendo substrato para enterócitos e ação antiúlcera adicional)
  • Vitamina C Lipossomal (cofator essencial para síntese de colágeno via hidroxilação de prolina e lisina — amplifica o efeito pró-colágeno do BPC-157 nos tecidos lesionados)

Suplementos complementares

  • Vitamina C Lipossomal (cofator direto da síntese de colágeno, potencializa efeito reparador), Colágeno Hidrolisado Tipo I e III (fornece aminoácidos precursores para remodelamento de tendões e ligamentos), Magnésio Quelato (reduz espasmo muscular e inflamação, suporte ao reparo tecidual), Cúrcuma com Piperina (anti-inflamatório natural sinérgico via inibição de COX-2 e NF-κB), Zinco-Carnosina (proteção e regeneração específica da mucosa gastrointestinal), Ômega-3 EPA/DHA (modulação da cascata inflamatória e fluidez de membrana celular nos tecidos em reparo)

Relacionados

AHK-Cu→ARA-290→B7-33→BPC-157 + TB500 Combo→

Perguntas frequentes

O que é BPC-157 e para que é estudado?

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Pentadecapeptídeo derivado de uma proteína de proteção gástrica humana. Um dos peptídeos mais estudados para reparo tecidual, intestino e tendões. O BPC-157 (Body Protection Compound-157) é um pentadecapeptídeo (sequência: Gly-Glu-Pro-Pro-Pro-Gly-Lys-Pro-Ala-Asp-Asp-Ala-Gly-Leu-Val) derivado da proteína de proteção gástrica humana, que exerce seus efeitos pleitrópicos através de múltiplas vias moleculares: ativa o sistema óxido nítrico (NO) via upregulation da eNOS e nNOS, promovendo vasodilatação, angiogênese e cicatrização tecidual; modula as vias FAK-paxilina e VEGFR2, estimulando a migração de fibroblastos, a síntese de colágeno tipo I e a neovascularização em tecidos lesionados. Adicionalmente, o BPC-157 interage com os sistemas dopaminérgico e serotoninérgico no SNC — modulando receptores D1/D2 e receptores 5-HT — além de inibir a via NF-κB, reduzindo a cascata inflamatória; sua ação sobre o eixo intestino-cérebro envolve a modulação do nervo vago e a proteção da mucosa gastrointestinal através da inibição da peroxidação lipídica e promoção da expressão de fatores de crescimento locais como EGF e TGF-β. Conteúdo educacional — não substitui orientação médica.

Como reconstituir BPC-157?

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A reconstituição usa água bacteriostática (cerca de 2 mL): injete o diluente lentamente pela parede do frasco e gire suavemente até dissolver — nunca agite. Use sempre material estéril. Veja o passo a passo completo nesta página.

Como armazenar BPC-157?

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Refrigerar 2–8°C. Após reconstituído, a literatura sugere uso em até 60 dias. Rotule o frasco com a data de reconstituição e proteja da luz.

Qual a dose de BPC-157 estudada em pesquisa?

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Em protocolos de pesquisa documentados, BPC-157 aparece em torno de 500 mcg, diário, via subcutânea. Valores são apenas informativos e variam por estudo — não constituem recomendação de uso.

Referências

  1. 1Gwyer D, et al. Gastric pentadecapeptide body protection compound BPC 157 and its role in accelerating musculoskeletal soft tissue healing. Cell Tissue Res. 2019. DOI ↗
  2. 2Seiwerth S, et al. Stable Gastric Pentadecapeptide BPC 157 and Wound Healing. Front Pharmacol. 2021. DOI ↗
  3. 3Seiwerth S, et al. BPC 157 and Standard Angiogenic Growth Factors. Gastrointestinal Tract Healing, Lessons from Tendon, Ligament, Muscle and Bone Healing. Curr Pharm Des. 2018. DOI ↗
  4. 4Chang CH, et al. The promoting effect of pentadecapeptide BPC 157 on tendon healing involves tendon outgrowth, cell survival, and cell migration. J Appl Physiol (1985). 2010. DOI ↗
  5. 5Mayfield CK, et al. Injectable Peptide Therapy: A Primer for Orthopaedic and Sports Medicine Physicians. Am J Sports Med. 2026. DOI ↗
  6. Buscar mais artigos no PubMed ↗

Artigos obtidos do PubMed (NCBI). Os links levam ao DOI ou à ficha no PubMed.

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Comparações relacionadas

  • BPC-157 vs TB500 (Thymosin B4)
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Veja também

  • Calculadora de reconstituição
  • Glossário de termos
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