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  • Resumo rápido
  • Reconstituição e dose
  • Tabela de concentração
  • Passos de reconstituição
  • Materiais necessários
  • Como funciona
  • Como é usado
  • Dosagem por objetivo
  • Protocolo de dosagem
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  • Ciclo recomendado
  • Benefícios e riscos
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  • Técnica de aplicação
  • Armazenamento
  • Notas importantes
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  • Perguntas frequentes
  • Referências
Guia de Peptídeos/SLU-332-5
Metabólico

SLU-332-5

Agonista seletivo dos receptores nucleares ERRα e ERRδ (estrogen-related receptors), desenvolvido na Saint Louis University. Atua como mimético de exercício — ativa vias de biogênese mitocondrial e oxidação de gordura sem atividade física, com resultados documentados em modelos animais de melhora de capacidade aeróbica.

📚

Este guia compila literatura científica publicada, protocolos de pesquisa e experiências documentadas. Não substitui orientação médica profissional — use como ponto de partida para identificar fontes primárias. As referências estão na seção final de cada página.

Resumo

Agonista seletivo dos receptores nucleares ERRα e ERRδ (estrogen-related receptors), desenvolvido na Saint Louis University. Atua como mimético de exercício — ativa vias de biogênese mitocondrial e oxidação de gordura sem atividade física, com resultados documentados em modelos animais de melhora de

Resumo rápido

Convenção: seringa de insulina U-100 — 1 mL = 100 UI

Frasco

5 mg

Dose comum

150 mcg

Frequência

3x/semana

Via

Intramuscular

Concentração

5 mg/mL

Validade reconst.

30 dias

Armazenamento

Refrigerar 2–8°C

Reconstituição e cálculo de dose

Os valores partem do que você informar — nada é prescrito

Reconstituição especial — DMSO obrigatório

SLU-PP-332 é hidrofóbico e NÃO dissolve em água bacteriostática. Reconstituição em duas etapas: (1) adicione 0,1–0,2 mL de DMSO puro (grau farmacêutico) ao frasco e gire suavemente até dissolver por completo; (2) dilua com água estéril BAC até atingir no máximo 10–15% DMSO na solução final. Exemplo: 0,1 mL DMSO + 0,9 mL BAC water = 10% DMSO. A solução deve ficar límpida — se turva, o DMSO está insuficiente. Aquecer levemente (palma da mão) pode ajudar.

⚠ OBRIGATÓRIO: via intramuscular (IM) apenas. DMSO penetra tecidos rapidamente e carrega qualquer contaminante direto à corrente sanguínea — use apenas materiais estéreis de grau farmacêutico. SC com DMSO causa irritação e necrose local. IV sem supervisão médica é contraindicado.

↗ Willson et al., 2022 — ERRα agonist SLU-PP-332 exercise mimetic↗ DMSO como veículo para compostos hidrofóbicos — Sigma-Aldrich

Dados do frasco

Tabela de concentração

Quanto de composto por volume de diluente

Água BACConcentraçãoPor 10 U (0,1 mL)Por 50 U (0,5 mL)
1 mL5 mg/mL500 mcg2,5 mg
2 mL2,5 mg/mL250 mcg1,25 mg
3 mL1,67 mg/mL167 mcg833 mcg

Frasco de 5 mg · seringa de insulina U-100 (1 mL = 100 unidades). Valores calculados a partir do volume de diluente — não são prescrição.

Passos de reconstituição

  1. 1Higienize as mãos e a bancada; limpe a tampa do frasco com swab de álcool.
  2. 2Aspire 0,1–0,2 mL de DMSO puro (grau farmacêutico) com seringa estéril e injete lentamente no frasco pela parede interna.
  3. 3Gire suavemente até dissolver por completo. Se difícil, aqueça o frasco na palma da mão — nunca aqueça acima de 37°C.
  4. 4Complete com 1 mL de água bacteriostática para atingir ≤15% DMSO na solução final. Gire novamente.
  5. 5Rotule com data de reconstituição e guarde refrigerado (2–8°C).
  6. 6IMPORTANTE: use apenas seringas e agulhas estéreis de uso único — DMSO carrega contaminantes diretamente à corrente sanguínea.

Materiais necessários

  • Frasco de SLU-332-5 (5 mg)
  • DMSO puro — grau farmacêutico (dimetilsulfóxido)
  • Água bacteriostática (BAC) estéril para diluição
  • Seringa estéril de plástico (não borracha — DMSO dissolve borracha)
  • Agulhas estéreis de uso único
  • Swabs de álcool 70%
  • Recipiente para descarte de perfurocortantes

Como funciona

O SLU-332 atua como agonista seletivo dos receptores nucleares órfãos ERRα (NR3B1) e ERRδ (NR3B3), que funcionam como fatores de transcrição ligados ao metabolismo energético mitocondrial. Ao se ligar e ativar esses receptores, o composto potencializa a coativação pelo PGC-1α (Peroxisome Proliferator-Activated Receptor Gamma Coactivator 1-alpha), o regulador mestre da biogênese mitocondrial, aumentando a expressão de genes envolvidos na β-oxidação de ácidos graxos, fosforilação oxidativa (complexos I–V da cadeia respiratória) e captação de glicose mediada por GLUT4. O resultado funcional é uma remodelação metabólica celular análoga às adaptações induzidas por treinamento aeróbico de resistência prolongado — aumento de densidade mitocondrial, maior eficiência no consumo de oxigênio e preferência por oxidação lipídica como substrato energético primário — sem necessidade de estímulo mecânico ou hemodinâmico do exercício físico.

Como costuma ser usado

Dose habitual

100–300 mcg · 3–5x/semana

Timing

Manhã · pós-treino (IM)

Ciclo

4–8 semanas

Combo ideal

MOTS-c

›Via IM exclusivamente. Dissolver em DMSO puro, diluir com BAC water (máx. 15% DMSO na solução final).

Dosagem por objetivo

Faixas estudadas conforme o objetivo — não são prescrição

Objetivo terapêuticoDoseFrequência
Melhora da capacidade oxidativa e biogênese mitocondrial (mimético de exercício — pesquisa)3x/semana via IM; dose introdutória para avaliação de resposta metabólica basal100 – 150 mcg3x/semana via IM; dose introdutória para avaliação de resposta metabólica basal
Otimização da oxidação lipídica e recomposição corporal (pesquisa)3x/semana via IM; dose-alvo padrão em protocolos de pesquisa; combinar com déficit calórico moderado para sinergismo150 – 200 mcg3x/semana via IM; dose-alvo padrão em protocolos de pesquisa; combinar com déficit calórico moderado para sinergismo
Modulação metabólica avançada em modelos de síndrome metabólica / resistência à insulina (pesquisa)3x/semana via IM; uso exclusivo em protocolos de pesquisa controlada com monitoramento de marcadores metabólicos e função hepática200 – 300 mcg3x/semana via IM; uso exclusivo em protocolos de pesquisa controlada com monitoramento de marcadores metabólicos e função hepática

Protocolo de dosagem

Iniciante → Intermediário → Avançado

NívelDoseFrequênciaVia
Iniciante100 mcg3x/semana · manhãIM
Intermediário200 mcg3–4x/semana · manhã pós-treinoIM
Avançado300 mcg5x/semana · manhã pós-treinoIM
Iniciante: 3x/semana · manhã · IMVia IM exclusiva — DMSO em SC causa irritação e necrose
Intermediário: 3–4x/semana · manhã pós-treino · IMDissolver em DMSO, diluir com BAC water (máx. 15% DMSO)
Avançado: 5x/semana · manhã pós-treino · IMCombinar com MOTS-c para sinergia metabólica mitocondrial

Iniciante:Via IM exclusiva — DMSO em SC causa irritação e necrose

Intermediário:Dissolver em DMSO, diluir com BAC water (máx. 15% DMSO)

Avançado:Combinar com MOTS-c para sinergia metabólica mitocondrial

Ciclo: 4–8 semanas

›ERRα agonist — mímético de exercício aeróbico. Via IM EXCLUSIVA — DMSO em SC causa irritação e necrose local. Reconstituir em DMSO puro, diluir com BAC water (máx. 15% DMSO na solução final).

Protocolo de titulação

Escalonamento progressivo da dose

  1. 1
    Passo 1 — Avaliação de tolerância metabólica basal100 mcg

    Administrar via IM, 3x/semana (ex: segunda, quarta, sexta) por 2–3 semanas; monitorar enzimas hepáticas (ALT, AST), glicemia de jejum e tolerância local à injeção antes de avançar

  2. 2
    Passo 2 — Titulação para dose-alvo150 mcg

    Manter por 4–6 semanas; avaliar marcadores de resposta (triglicerídeos, HDL, glicemia pós-prandial, VO₂max funcional se disponível); avançar somente se bem tolerado e exames hepáticos dentro da normalidade

  3. 3
    Passo 3 — Modulação avançada (pesquisa especializada)200 – 300 mcg

    Uso restrito a protocolos de pesquisa com supervisão; monitoramento quinzenal de função hepática, lipidograma e marcadores inflamatórios; não avançar sem documentação de resposta positiva nos passos anteriores

Ciclo recomendado

Duração do ciclo

8–12 semanas ON · mínimo de 4 semanas OFF

›O SLU-332-5 promove remodelação transcricional mitocondrial via ERRα/ERRδ e PGC-1α, com adaptações que se consolidam ao longo de semanas de uso contínuo. Pausas periódicas permitem avaliar a persistência das adaptações metabólicas e prevenir possível dessensibilização dos receptores nucleares.

Composto em fase pré-clínica/investigacional — dados de segurança em humanos são extremamente limitados. Uso exclusivo em contexto de pesquisa. Dose máxima investigacional conservadora: ≤ 300 mcg por administração. Monitoramento hepático obrigatório a cada 4 semanas dado o mecanismo de ação transcricional mitocondrial e a ausência de dados de toxicidade crônica em humanos.

Benefícios e riscos

Benefícios relatados

  • Indução de biogênese mitocondrial dose-dependente em tecido muscular esquelético e cardíaco, documentada em modelos murinos
  • Aumento significativo da capacidade de β-oxidação de ácidos graxos de cadeia longa, com redução de acúmulo lipídico intramuscular (lipotoxicidade)
  • Melhora mensurável de capacidade aeróbica (equivalente a VO₂max) em camundongos sedentários após 4 semanas de uso — sem exercício concomitante
  • Sinergia potente com treinamento aeróbico: amplificação das adaptações mitocondriais além do que o exercício isolado produz
  • Potencial aplicação terapêutica em sarcopenia, atrofia muscular por desuso e reabilitação pós-lesão com mobilidade reduzida
  • Melhora do perfil metabólico em modelos de obesidade: redução de adiposidade visceral e melhora de sensibilidade à insulina periférica
  • Ativação preferencial de fibras musculares tipo I (oxidativas de resistência), favorecendo perfil metabólico aeróbico
  • Possível efeito cardioprotetor indireto via melhora da eficiência mitocondrial cardiomiocitária

Riscos e efeitos colaterais

  • Dados humanos praticamente inexistentes — toda evidência de eficácia e segurança provém de modelos pré-clínicos murinos, tornando extrapolação de dose e segurança altamente incerta
  • Reconstituição obrigatória em DMSO (dimetilsulfóxido) grau farmacêutico: o DMSO é veículo potencializador de absorção de contaminantes e irritante tecidual — qualquer impureza na solução é amplificada em biodisponibilidade
  • Efeitos sobre o eixo hormonal a longo prazo são desconhecidos — ERRα possui crosstalk molecular com receptores de estrogênio (ERα/ERβ) e pode interferir com regulação de estrogênio endógeno, especialmente em mulheres
  • Risco de disrupção endócrina subclínica por ativação sustentada de ERRα em tecidos hormônio-sensíveis (mama, endométrio, próstata) — sem dados de segurança oncológica em humanos
  • Via de administração exclusivamente intramuscular com solução contendo DMSO aumenta risco de irritação tecidual local, dor no sítio de injeção e potencial lesão muscular com aplicações repetidas no mesmo local
  • Ausência de dados sobre farmacocinética humana (meia-vida, distribuição, metabolismo e excreção) impede estabelecimento de janela terapêutica segura
  • Potencial interferência com metabolismo de fármacos via modulação de expressão de enzimas CYP mitocondriais

Contraindicações

Quem NÃO deve usar

  • Hepatopatia ativa ou elevação de transaminases acima de 2x o limite superior da normalidade — risco de hepatotoxicidade não caracterizado
  • Uso concomitante de moduladores potentes do PGC-1α ou agonistas de PPARα/γ (ex: fibratos, tiazolidinedionas) sem supervisão especializada — risco de suprarregulação mitocondrial excessiva
  • Gestação ou amamentação — ausência total de dados de segurança fetal
  • Miopatias mitocondriais hereditárias — a modulação transcricional pode ter efeitos imprevisíveis em defeitos enzimáticos pré-existentes da cadeia respiratória
  • Uso fora de contexto de pesquisa supervisionada — composto sem aprovação regulatória e sem perfil de segurança estabelecido em humanos

Linha do tempo esperada

Dias 1–7: adaptação celular inicial — upregulation de genes mitocondriais (PGC-1α, TFAM, NRF1/2); subjetivamente pode haver leve aumento de disposição energética basal e termogênese discreta → Sem 2–3: início de aumento perceptível na oxidação de gordura como substrato — leve redução de fadiga em atividades aeróbicas, melhora de recuperação pós-esforço → Sem 3–5: pico de adaptação mitocondrial funcional — melhora mensurável de resistência aeróbica, redução de quociente respiratório (maior uso de gordura vs. glicose), possível melhora de composição corporal com déficit calórico concomitante → Sem 5–8: plateau de adaptação em modelos animais; em contexto humano especulativo — manutenção dos ganhos com continuidade do protocolo, sinergia máxima se combinado com exercício aeróbico nesta fase → Off (pós-ciclo): sem dados sobre reversibilidade em humanos; em modelos murinos as adaptações mitocondriais persistem parcialmente por 2–4 semanas após cessação; recomenda-se pausa de duração equivalente ao ciclo antes de reiniciar

Técnica de aplicação

Aplicação intramuscular: escolha um músculo grande (deltoide, glúteo ou vasto lateral), insira a agulha a 90°, aspire para confirmar que não está em vaso e injete devagar.

Armazenamento

  • Após reconstituir: refrigere a 2–8°C, protegido da luz.
  • Use em até 30 dias após a reconstituição.
  • Frasco lacrado (liofilizado): válido por cerca de 730 dias quando bem armazenado.
  • Descarte se a solução estiver turva, com partículas ou alterar de cor.

Notas importantes

Reconstituição: dissolver o pó liofilizado em DMSO puro grau farmacêutico (mínimo 99,9% de pureza) na proporção suficiente para solubilização completa (~10–20% do volume final), depois diluir lentamente com água bacteriostática (BAC water) para concentração final de trabalho — manter DMSO ≤ 15% na solução final para minimizar irritação tecidual. Para frasco de 5mg, reconstituir para concentração de 1mg/mL (5mL totais) ou 500mcg/mL (10mL totais): na dose de 150mcg com concentração de 1mg/mL, aplicar 0,15mL (15 unidades em seringa de insulina U-100). Administração exclusivamente via intramuscular (IM) — rodar sítios de aplicação entre deltoides, vasto lateral e glúteo médio para evitar lesão tecidual acumulada pelo DMSO. Armazenar o pó liofilizado a -20°C; solução reconstituída a 4°C por no máximo 30 dias ou a -20°C por até 3 meses — evitar ciclos de congelamento e descongelamento.

Combinações

Combinações populares

  • GLP-1 agonistas / Semaglutida (sinergia metabólica: redução de apetite e lipogênese pelo GLP-1 combinada com aumento de oxidação lipídica mitocondrial pelo SLU-332 — potencial de recomposição corporal acelerada)
  • BPC-157 (proteção tecidual local nos sítios de injeção IM repetida com DMSO
  • BPC-157 promove regeneração muscular e vascular mitigando dano local)
  • MOTS-c (peptídeo mitocondrial endógeno que também ativa vias AMPK e biogênese mitocondrial — efeito potencialmente aditivo na melhora de capacidade aeróbica e sensibilidade à insulina)
  • TB-500 / Timosina β4 (favorece remodelação muscular e vascular sinérgica com a biogênese mitocondrial induzida pelo SLU-332, especialmente em contexto de reabilitação)
  • Cardarine/GW-501516 (outro agonista de PPARδ com mecanismo parcialmente convergente — ativa β-oxidação por via complementar
  • combinação teórica para maximização de oxidação lipídica, porém GW-501516 tem perfil de segurança controverso e uso deve ser considerado com extrema cautela)

Suplementos complementares

  • Coenzima Q10 (ubiquinol), L-Carnitina Tartarato, Ácido R-Alfa-Lipóico, NAD+ precursores (NMN ou NR), Magnésio Malato, D-Ribose

Relacionados

5-Amino-1MQ→AICAR→MOTS-c→Pancragen→

Perguntas frequentes

O que é SLU-332-5 e para que é estudado?

⌄

Agonista seletivo dos receptores nucleares ERRα e ERRδ (estrogen-related receptors), desenvolvido na Saint Louis University. Atua como mimético de exercício — ativa vias de biogênese mitocondrial e oxidação de gordura sem atividade física, com resultados documentados em modelos animais de melhora de capacidade aeróbica. O SLU-332 atua como agonista seletivo dos receptores nucleares órfãos ERRα (NR3B1) e ERRδ (NR3B3), que funcionam como fatores de transcrição ligados ao metabolismo energético mitocondrial. Ao se ligar e ativar esses receptores, o composto potencializa a coativação pelo PGC-1α (Peroxisome Proliferator-Activated Receptor Gamma Coactivator 1-alpha), o regulador mestre da biogênese mitocondrial, aumentando a expressão de genes envolvidos na β-oxidação de ácidos graxos, fosforilação oxidativa (complexos I–V da cadeia respiratória) e captação de glicose mediada por GLUT4. O resultado funcional é uma remodelação metabólica celular análoga às adaptações induzidas por treinamento aeróbico de resistência prolongado — aumento de densidade mitocondrial, maior eficiência no consumo de oxigênio e preferência por oxidação lipídica como substrato energético primário — sem necessidade de estímulo mecânico ou hemodinâmico do exercício físico. Conteúdo educacional — não substitui orientação médica.

Como reconstituir SLU-332-5?

⌄

A reconstituição usa dmso + água estéril (cerca de 1 mL): injete o diluente lentamente pela parede do frasco e gire suavemente até dissolver — nunca agite. Use sempre material estéril. Veja o passo a passo completo nesta página.

Como armazenar SLU-332-5?

⌄

Refrigerar 2–8°C. Após reconstituído, a literatura sugere uso em até 30 dias. Rotule o frasco com a data de reconstituição e proteja da luz.

Qual a dose de SLU-332-5 estudada em pesquisa?

⌄

Em protocolos de pesquisa documentados, SLU-332-5 aparece em torno de 150 mcg, 3x/semana, via intramuscular. Valores são apenas informativos e variam por estudo — não constituem recomendação de uso.

Referências

  1. 1Billon C, et al. A Synthetic ERR Agonist Alleviates Metabolic Syndrome. J Pharmacol Exp Ther. 2024. DOI ↗
  2. 2Billon C, et al. Synthetic ERRα/β/γ Agonist Induces an ERRα-Dependent Acute Aerobic Exercise Response and Enhances Exercise Capacity. ACS Chem Biol. 2023. DOI ↗
  3. 3Billon C, et al. An orally active estrogen receptor-related receptor agonist, SLU-PP-915, enhances aerobic exercise capacity. J Pharmacol Exp Ther. 2025. DOI ↗
  4. 4Möller T, et al. In Vitro Metabolism and Analytical Characterization of SLU-PP-332 and SLU-PP-915: Novel Pan-ERR Agonists With Doping Potential. Rapid Commun Mass Spectrom. 2026. DOI ↗
  5. 5Okda HE, et al. Chemical optimization of the exercise mimetic SLU-PP-332 enables insight into estrogen-related receptor signaling. Int J Biol Macromol. 2026. DOI ↗
  6. Buscar mais artigos no PubMed ↗

Artigos obtidos do PubMed (NCBI). Os links levam ao DOI ou à ficha no PubMed.

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