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  • Dosagem por objetivo
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Guia de Peptídeos/Vilon
Saúde geral

Vilon

Dipeptídeo bioregulador imunológico (Lys-Glu) derivado do timo, desenvolvido pelo Instituto Khavinson. Análogo sintético ao componente ativo do Thymalin, estudado para modulação imunológica e longevidade em modelos pré-clínicos e em populações idosas em estudos russos (PMID 30791821).

📚

Este guia compila literatura científica publicada, protocolos de pesquisa e experiências documentadas. Não substitui orientação médica profissional — use como ponto de partida para identificar fontes primárias. As referências estão na seção final de cada página.

Resumo

Dipeptídeo bioregulador imunológico (Lys-Glu) derivado do timo, desenvolvido pelo Instituto Khavinson. Análogo sintético ao componente ativo do Thymalin, estudado para modulação imunológica e longevidade em modelos pré-clínicos e em populações idosas em estudos russos (PMID 30791821). O Vilon (Lys-G

Resumo rápido

Convenção: seringa de insulina U-100 — 1 mL = 100 UI

Frasco

20 mg

Dose comum

200 mcg

Frequência

Diário

Via

Subcutânea

Concentração

10 mg/mL

Validade reconst.

30 dias

Armazenamento

Refrigerar 2–8°C

Reconstituição e cálculo de dose

Os valores partem do que você informar — nada é prescrito

Adicione 2 mL de água bacteriostática ao frasco de 20 mg → concentração de 10 mg/mL. Misture girando o frasco suavemente, sem agitar.

Dados do frasco

Tabela de concentração

Quanto de composto por volume de diluente

Água BACConcentraçãoPor 10 U (0,1 mL)Por 50 U (0,5 mL)
1 mL20 mg/mL2 mg10 mg
2 mL10 mg/mL1 mg5 mg
3 mL6,67 mg/mL667 mcg3,33 mg

Frasco de 20 mg · seringa de insulina U-100 (1 mL = 100 unidades). Valores calculados a partir do volume de diluente — não são prescrição.

Passos de reconstituição

  1. 1Higienize as mãos e a bancada; limpe a tampa do frasco com swab de álcool.
  2. 2Aspire 2 mL de água bacteriostática com seringa estéril.
  3. 3Injete o diluente lentamente pela parede interna do frasco, sem mirar diretamente no pó.
  4. 4Gire o frasco suavemente até dissolver por completo — nunca agite ou chacoalhe.
  5. 5Rotule com a data de reconstituição e guarde refrigerado (2–8°C).

Materiais necessários

  • Frasco de Vilon (20 mg)
  • água bacteriostática estéril
  • Seringa estéril (1–3 mL) para reconstituir
  • Seringa de insulina U-100 para medir a dose
  • Swabs de álcool 70%
  • Recipiente para descarte de perfurocortantes

Como funciona

O Vilon (Lys-Glu / KE) é um dipeptídeo bioregulador derivado do timo que atua por mecanismo epigenético direto sobre cromatina, ligando-se a regiões promotoras de genes relacionados à resposta imune e ao envelhecimento celular — com efeito demonstrado sobre a metilação de histonas e acessibilidade transcricional em linfócitos T e células tímicas. O peptídeo modula positivamente a expressão de interleucina-2 (IL-2) e seus receptores (IL-2R/CD25) em linfócitos T, restaurando a proliferação e atividade citotóxica reduzida pela imunossenescência associada ao envelhecimento tímico (involução), e normaliza as populações de linfócitos CD5+ — subpopulação regulatória crítica para a tolerância imunológica e supressão de autoimunidade. Em modelos pré-clínicos, o KE demonstrou efeitos sobre a regulação do ciclo celular em células tumorais (inibição de proliferação via p53/Bcl-2) e ativação de vias anti-apoptóticas em linfócitos saudáveis, com potencial modulação da razão CD4+/CD8+ e da atividade de células NK, sugerindo restauração abrangente da competência imune inata e adaptativa.

Como costuma ser usado

Dose habitual

67–200 mcg · 5 dias consecutivos a cada 4 semanas

Timing

Manhã · durante dias consecutivos

Ciclo

4–6 ciclos/ano

Combo ideal

Epithalon

›Titulação: 100 mcg (ciclo 1) → 150 mcg (ciclo 2) → 200 mcg (ciclo 3+).

Dosagem por objetivo

Faixas estudadas conforme o objetivo — não são prescrição

Objetivo terapêuticoDoseFrequência
Modulação imunológica e restauração da competência imune associada ao envelhecimento (imunossenescência)1x/dia via SC; ciclos de 10 a 14 dias; reavaliar perfil linfocitário pré e pós-ciclo100 – 200 mcg1x/dia via SC; ciclos de 10 a 14 dias; reavaliar perfil linfocitário pré e pós-ciclo
Suporte à função tímica e restauração de populações linfocitárias T em idosos1x/dia via SC; protocolo padrão de 10 dias conforme estudos de Khavinson; repetir ciclos a cada 3–6 meses200 mcg1x/dia via SC; protocolo padrão de 10 dias conforme estudos de Khavinson; repetir ciclos a cada 3–6 meses
Modulação da tolerância imunológica e suporte à supressão de autorreatividade (pesquisa)1x/dia via SC; ciclos supervisionados de 10 a 20 dias; monitorar razão CD4+/CD8+ e populações CD5+100 – 200 mcg1x/dia via SC; ciclos supervisionados de 10 a 20 dias; monitorar razão CD4+/CD8+ e populações CD5+
Suporte à longevidade celular e modulação epigenética do ciclo celular (pesquisa em envelhecimento)1x/dia via SC; dose de manutenção para protocolos de longevidade; ciclos de 10 dias a cada 6 meses50 – 100 mcg1x/dia via SC; dose de manutenção para protocolos de longevidade; ciclos de 10 dias a cada 6 meses

Protocolo de dosagem

Iniciante → Intermediário → Avançado

NívelDoseFrequênciaVia
Iniciante67–100 mcg5 dias consecutivos · a cada 4 semanasSC
Intermediário100–150 mcg5 dias consecutivos · a cada 4 semanasSC
Avançado150–200 mcg5 dias consecutivos · a cada 4 semanasSC
Iniciante: 5 dias consecutivos · a cada 4 semanas · SCCiclo 1: dose inicial de adaptação
Intermediário: 5 dias consecutivos · a cada 4 semanas · SCCiclos 2–3: dose crescente
Avançado: 5 dias consecutivos · a cada 4 semanas · SCCiclo 3+: combinar com Epithalon para anti-aging amplo

Iniciante:Ciclo 1: dose inicial de adaptação

Intermediário:Ciclos 2–3: dose crescente

Avançado:Ciclo 3+: combinar com Epithalon para anti-aging amplo

Ciclo: 4–6 ciclos/ano (5 dias consecutivos a cada 4 semanas)

›Biorregulador Khavinson de amplo espectro. Titulação: 100 mcg (ciclo 1) → 150 mcg (ciclo 2) → 200 mcg (ciclo 3+). Combinar com Epithalon para protocolos anti-aging abrangentes.

Ciclo recomendado

Duração do ciclo

Ciclos de 10 a 20 dias ON · intervalo de 3 a 6 meses OFF; repetição de 2 a 4 ciclos por ano conforme resposta clínica e laboratorial; não recomendado uso diário ininterrupto por períodos superiores a 30 dias sem reavaliação imunológica

›O Vilon (KE) é um dipeptídeo bioregulador de mecanismo epigenético com janela terapêutica estreita e efeitos que se consolidam ao longo de ciclos de 10 a 14 dias. A estrutura de ciclos curtos e intervalados reflete os protocolos validados nos estudos russos e respeita a natureza modulatória (não estimulatória direta) do peptídeo sobre linfócitos T e células tímicas.

Dose diária máxima conservadora: ≤ 200 mcg/dia. Por ser um dipeptídeo de ação epigenética sutil, doses acima de 200 mcg/dia não demonstraram benefício adicional nos estudos disponíveis. Monitorar hemograma completo, subpopulações linfocitárias (CD4+, CD8+, NK, CD5+) e marcadores inflamatórios (IL-2, IL-6) ao longo dos ciclos em populações com comprometimento imune documentado.

Benefícios e riscos

Benefícios relatados

  • Aumento documentado de marcadores imunes CD5+ e IL-2 em modelos pré-clínicos e estudos com populações idosas, indicando restauração da competência imune mediada pelo timo
  • Modulação da imunossenescência — reversão parcial do declínio funcional do timo associado ao envelhecimento, com restauração de subpopulações linfocitárias (PMID 30791821)
  • Potencial ação antitumoral em modelos pré-clínicos via regulação de p53 e Bcl-2, inibindo proliferação de células neoplásicas e favorecendo apoptose seletiva
  • Normalização da razão CD4+/CD8+ em populações com imunossenescência avançada, melhorando a resposta a infecções oportunistas e vacinação
  • Redução de marcadores inflamatórios crônicos de baixo grau (inflammaging) — IL-6, TNF-α — associados ao envelhecimento imunológico acelerado
  • Estudos observacionais russos sugerem associação com aumento da longevidade e redução de mortalidade por causas infecciosas em populações idosas institucionalizadas
  • Efeito citoprotetor sobre linfócitos sob estresse oxidativo — redução de apoptose linfocitária em ambientes de inflamação crônica

Riscos e efeitos colaterais

  • Evidência predominantemente pré-clínica (modelos murinos e culturas celulares) e estudos observacionais russos — ECR publicados em inglês com metodologia independente são praticamente ausentes, limitando gravemente a extrapolação clínica
  • Risco teórico de estimulação imune excessiva em pacientes com doenças autoimunes ativas (lúpus, artrite reumatoide, esclerose múltipla) — contraindicação relativa sem supervisão especializada
  • Estabilidade pós-reconstituição limitada — usar em até 28–30 dias sob refrigeração (2–8°C)
  • degradação peptídica pode reduzir potência e alterar perfil de segurança
  • Reação local à injeção SC (eritema transitório, prurido, nódulo subcutâneo leve) — rotação obrigatória de sítios de aplicação a cada dose
  • Interação potencial com imunossupressores (ciclosporina, tacrolimus, corticosteroides) — efeito antagonista não estudado formalmente
  • evitar uso concomitante sem supervisão
  • Uso off-label sem aprovação regulatória ocidental (FDA, EMA) — produto de pesquisa sem perfil de segurança estabelecido em populações ocidentais
  • Ausência de dados sobre segurança em gravidez, lactação e pacientes oncológicos em tratamento ativo — contraindicação por precaução

Contraindicações

Quem NÃO deve usar

  • Doenças autoimunes ativas e não controladas — a modulação de linfócitos T CD5+ e restauração da atividade IL-2/CD25 pode alterar o equilíbrio tolerogênico em condições como lúpus, esclerose múltipla ou doença inflamatória intestinal ativa
  • Transplantados em uso de imunossupressão — risco de interferência com a supressão imune necessária para prevenir rejeição de enxertos via restauração de competência linfocitária T
  • Neoplasias hematológicas ou linfoproliferativas ativas — a modulação de proliferação linfocitária via IL-2 e vias p53/Bcl-2 requer cautela em contextos de malignidade imune
  • Gestação e amamentação — ausência de dados de segurança; efeitos sobre a imunotolerância materno-fetal são desconhecidos
  • Hipersensibilidade conhecida a dipeptídeos sintéticos ou a excipientes da formulação
  • Uso concomitante com imunossupressores ou imunobiológicos sem supervisão especializada — risco de antagonismo ou potencialização imprevisível de resposta imune

Linha do tempo esperada

Dias 1–5, Ciclo 1 (100 mcg/dia SC): Fase de indução — primeiros estímulos sobre populações CD5+ e expressão inicial de IL-2; tolerabilidade avaliada; monitorar reações locais → Dias 6–28 (intervalo): Janela de consolidação imunológica — efeitos epigenéticos se propagam entre ciclos; avaliação de energia, frequência de infecções e bem-estar geral → Dias 29–33, Ciclo 2 (150 mcg/dia SC): Reforço da modulação linfocitária — normalização progressiva de CD4+/CD8+ e redução de marcadores inflamatórios; hemograma e perfil imune recomendados → Dias 57–61, Ciclo 3 (200 mcg/dia SC): Dose plena estabelecida — efeito cumulativo máximo sobre imunossenescência; avaliação de resposta vacinal se aplicável → Meses 3–6 (ciclos 4–6, 200 mcg/dia): Manutenção da competência imune restaurada — protocolo de longevidade com 4–6 ciclos/ano; reavaliação semestral de perfil imunológico → Off-cycle (≥4 semanas entre ciclos): Efeitos residuais persistem entre os pulsos devido à natureza epigenética do mecanismo; intervalo mínimo de 3 semanas entre ciclos recomendado

Técnica de aplicação

Aplicação subcutânea: pince a pele do abdômen ou coxa, insira a agulha em ângulo de 45–90°, aspire/injete devagar e faça rodízio dos locais a cada aplicação.

Armazenamento

  • Após reconstituir: refrigere a 2–8°C, protegido da luz.
  • Use em até 30 dias após a reconstituição.
  • Frasco lacrado (liofilizado): válido por cerca de 730 dias quando bem armazenado.
  • Descarte se a solução estiver turva, com partículas ou alterar de cor.

Notas importantes

Reconstituir em água bacteriostática (ABE) estéril: para frasco de 20 mg, adicionar 2 mL de diluente para concentração de 10 mg/mL (10.000 mcg/mL); para dose de 200 mcg, aspirar 0,02 mL (2 unidades em seringa de insulina U-100); para 100 mcg, aspirar 0,01 mL (1 unidade). Dada a extrema pequenez do volume, recomenda-se diluição adicional: adicionar 10 mL ao frasco de 20 mg para concentração de 2 mg/mL (2.000 mcg/mL), tornando as doses de 100–200 mcg equivalentes a 0,05–0,10 mL (5–10 unidades em seringa U-100), facilitando mensuração precisa. Armazenar reconstituído a 2–8°C por no máximo 30 dias; não expor à luz solar direta. O protocolo pulsado (5 dias consecutivos a cada 4 semanas) é preferível à administração diária contínua, mimetizando o padrão fisiológico de sinalização tímica.

Combinações

Combinações populares

  • Thymalin (sinergia tímica complementar — Thymalin é o extrato tímico completo enquanto Vilon é seu dipeptídeo ativo isolado
  • combinação potencializa a restauração imune com espectro mais amplo de peptídeos sinalizadores tímicos)
  • Epitalon (protocolo de longevidade Khavinson clássico — Epitalon restaura produção de melatonina e telomerase enquanto Vilon restaura competência imune
  • combinação é a mais estudada em longevidade na série Khavinson)
  • Vesugen (cobertura cardiovascular e imune simultânea — Vilon restaura a vigilância imune vascular enquanto Vesugen protege o endotélio
  • sinergia em inflamação vascular crônica e aterosclerose inflamatória)
  • Selank (imunomodulação e ansiedade — Selank possui propriedades ansiolíticas e imunomoduladoras via IL-6/TNF-α enquanto Vilon atua por via linfocitária
  • cobertura dual do eixo neuro-imune)
  • Cortagen (protocolo de bioregulação multiorgânica Khavinson — Cortagen atua no sistema nervoso central enquanto Vilon restaura a imunidade sistêmica
  • protocolo combinado para envelhecimento saudável abrangente)

Suplementos complementares

  • Zinco Bisglicinato (25–45 mg/dia, cofator essencial para maturação e diferenciação de linfócitos T e função tímica — amplifica diretamente o mecanismo do Vilon), Vitamina D3 + K2 (5000–10000 UI/dia de D3, moduladora imune crítica — deficiência de vitamina D compromete gravemente a resposta de linfócitos T que o Vilon visa restaurar), Ácido Ascórbico Lipossomal (1–3 g/dia, antioxidante linfocitário — protege os linfócitos reativados pelo Vilon do estresse oxidativo inflamatório), Selênio como Selenometionina (100–200 mcg/dia, suporte à imunidade inata e adaptativa via glutationa peroxidase — sinérgico com restauração de células NK), Ashwagandha KSM-66 (300–600 mg/dia, adaptógeno com propriedades imunomoduladoras e anti-inflamatórias — reduz cortisol que suprime a função tímica), Probiótico Multiestirpe (50+ bilhões UFC/dia com Lactobacillus e Bifidobacterium — eixo gut-imune: microbioma intestinal saudável potencializa a resposta linfocitária modulada pelo Vilon)

Relacionados

Bronchogen→Chonluten→Livagen→Ovagen→

Perguntas frequentes

O que é Vilon e para que é estudado?

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Dipeptídeo bioregulador imunológico (Lys-Glu) derivado do timo, desenvolvido pelo Instituto Khavinson. Análogo sintético ao componente ativo do Thymalin, estudado para modulação imunológica e longevidade em modelos pré-clínicos e em populações idosas em estudos russos (PMID 30791821). O Vilon (Lys-Glu / KE) é um dipeptídeo bioregulador derivado do timo que atua por mecanismo epigenético direto sobre cromatina, ligando-se a regiões promotoras de genes relacionados à resposta imune e ao envelhecimento celular — com efeito demonstrado sobre a metilação de histonas e acessibilidade transcricional em linfócitos T e células tímicas. O peptídeo modula positivamente a expressão de interleucina-2 (IL-2) e seus receptores (IL-2R/CD25) em linfócitos T, restaurando a proliferação e atividade citotóxica reduzida pela imunossenescência associada ao envelhecimento tímico (involução), e normaliza as populações de linfócitos CD5+ — subpopulação regulatória crítica para a tolerância imunológica e supressão de autoimunidade. Em modelos pré-clínicos, o KE demonstrou efeitos sobre a regulação do ciclo celular em células tumorais (inibição de proliferação via p53/Bcl-2) e ativação de vias anti-apoptóticas em linfócitos saudáveis, com potencial modulação da razão CD4+/CD8+ e da atividade de células NK, sugerindo restauração abrangente da competência imune inata e adaptativa. Conteúdo educacional — não substitui orientação médica.

Como reconstituir Vilon?

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A reconstituição usa água bacteriostática (cerca de 2 mL): injete o diluente lentamente pela parede do frasco e gire suavemente até dissolver — nunca agite. Use sempre material estéril. Veja o passo a passo completo nesta página.

Como armazenar Vilon?

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Refrigerar 2–8°C. Após reconstituído, a literatura sugere uso em até 30 dias. Rotule o frasco com a data de reconstituição e proteja da luz.

Qual a dose de Vilon estudada em pesquisa?

⌄

Em protocolos de pesquisa documentados, Vilon aparece em torno de 200 mcg, diário, via subcutânea. Valores são apenas informativos e variam por estudo — não constituem recomendação de uso.

Referências

  1. 1Khavinson VKh, Linkova NS, Kvetnoy IM, et al. Peptide regulation of gene expression in human embryonic stem cells Mol Med Rep. 2019. PubMed ↗
  2. 2Khavinson VKh, Tarnovskaya SI, Linkova NS, et al. Short peptides regulate gene expression Bull Exp Biol Med. 2014. PubMed ↗
  3. Buscar mais artigos no PubMed ↗

Artigos obtidos do PubMed (NCBI). Os links levam ao DOI ou à ficha no PubMed.

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Veja também

  • Calculadora de reconstituição
  • Glossário de termos
  • Catálogo de peptídeos

Conteúdo exclusivamente educacional e informativo. Não substitui orientação médica, não constitui prescrição nem recomendação de uso. Todos os cálculos partem de valores informados por você. Consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer protocolo.