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  • Resumo rápido
  • Reconstituição e dose
  • Tabela de concentração
  • Passos de reconstituição
  • Materiais necessários
  • Como funciona
  • Como é usado
  • Dosagem por objetivo
  • Protocolo de dosagem
  • Protocolo de titulação
  • Ciclo recomendado
  • Benefícios e riscos
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  • Técnica de aplicação
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  • Perguntas frequentes
  • Referências
Guia de Peptídeos/IGF-1 LR3
Growth Factor

IGF-1 LR3

Fator de Crescimento semelhante à Insulina tipo 1, versão Long R3. Variante com meia-vida prolongada e maior potência que o IGF-1 nativo, com forte efeito anabólico.

📚

Este guia compila literatura científica publicada, protocolos de pesquisa e experiências documentadas. Não substitui orientação médica profissional — use como ponto de partida para identificar fontes primárias. As referências estão na seção final de cada página.

Resumo

Fator de Crescimento semelhante à Insulina tipo 1, versão Long R3. Variante com meia-vida prolongada e maior potência que o IGF-1 nativo, com forte efeito anabólico. O IGF-1 LR3 é uma variante sintética do IGF-1 nativo com substituição de Arg por Glu na posição 3 e adição de uma extensão de 13 amino

Resumo rápido

Convenção: seringa de insulina U-100 — 1 mL = 100 UI

Frasco

1 mg

Dose comum

50 mcg

Frequência

Diário

Via

Subcutânea

Concentração

0,5 mg/mL

Validade reconst.

60 dias

Armazenamento

Refrigerar 2–8°C

Reconstituição e cálculo de dose

Os valores partem do que você informar — nada é prescrito

Diluente especial — ácido acético 0,6%

IGF-1 LR3 se mantém mais estável em ácido acético 0,6% do que em água bacteriostática. Reconstituição preferencial: adicione 1–2 mL de ácido acético 0,6% (disponível como suprimento para pesquisa) e gire suavemente. Após reconstituir com ácido acético, dilua a dose alvo em 0,5–1 mL de solução salina ou BAC water antes de injetar — o pH ácido aplicado diretamente causa dor e irritação local. Água bacteriostática pode ser usada como alternativa, porém reduz a estabilidade a longo prazo.

⚠ Aplicar diluído (não puro em ácido acético). IM ou SC conforme protocolo. SC abdominal é o mais comum.

↗ Acetic Acid vs BAC Water for Peptide Reconstitution — Heritage Labs USA↗ IGF-1 LR3 reconstitution protocol — Peptide Sciences

Dados do frasco

Tabela de concentração

Quanto de composto por volume de diluente

Água BACConcentraçãoPor 10 U (0,1 mL)Por 50 U (0,5 mL)
1 mL1 mg/mL100 mcg500 mcg
2 mL500 mcg/mL50 mcg250 mcg
3 mL333 mcg/mL33 mcg167 mcg

Frasco de 1 mg · seringa de insulina U-100 (1 mL = 100 unidades). Valores calculados a partir do volume de diluente — não são prescrição.

Passos de reconstituição

  1. 1Higienize as mãos e a bancada; limpe a tampa do frasco com swab de álcool.
  2. 2Aspire 2 mL de ácido acético 0,6% com seringa estéril.
  3. 3Injete o ácido acético lentamente pela parede interna do frasco, sem mirar diretamente no pó.
  4. 4Gire o frasco suavemente até dissolver — nunca agite ou chacoalhe.
  5. 5Antes de injetar: dilua a dose em 0,5–1 mL de solução salina ou água bacteriostática para neutralizar o pH.
  6. 6Rotule com a data e guarde refrigerado (2–8°C).

Materiais necessários

  • Frasco de IGF-1 LR3 (1 mg)
  • Ácido acético 0,6% estéril (para reconstituição)
  • Solução salina 0,9% ou BAC water (para diluir a dose antes de injetar)
  • Seringa estéril (1–3 mL) para reconstituir
  • Seringa de insulina U-100 para medir a dose
  • Swabs de álcool 70%
  • Recipiente para descarte de perfurocortantes

Como funciona

O IGF-1 LR3 é uma variante sintética do IGF-1 nativo com substituição de Arg por Glu na posição 3 e adição de uma extensão de 13 aminoácidos na região N-terminal, o que reduz drasticamente sua afinidade pelas proteínas de ligação IGFBPs (1 a 6), aumentando a fração livre circulante e a meia-vida plasmática para 20–30 horas (contra 12–15 minutos do IGF-1 nativo). Ao se ligar ao receptor tirosina-quinase IGF-1R, promove autofosforilação e ativação das vias PI3K/Akt/mTORC1 — responsáveis pela síntese proteica, hipertrofia e sobrevivência celular — e da cascata RAS/MAPK/ERK, que regula proliferação e diferenciação de células satélites miogênicas. A ativação sustentada dessas vias resulta em efeitos anabólicos sistêmicos prolongados, com potencial para hiperplasia muscular real (aumento do número de fibras) além da hipertrofia convencional.

Como costuma ser usado

Dose habitual

20–50 mcg/dia

Timing

Pós-treino

Ciclo

4–6 semanas com pausa

Combo ideal

HGH

›Consumir carboidratos imediatamente após a injeção para evitar hipoglicemia.

Dosagem por objetivo

Faixas estudadas conforme o objetivo — não são prescrição

Objetivo terapêuticoDoseFrequência
Anabolismo sistêmico e hipertrofia muscular (pesquisa em performance)1x/dia via SC; aplicar preferencialmente pós-treino; ciclos de 4 semanas50 – 80 mcg1x/dia via SC; aplicar preferencialmente pós-treino; ciclos de 4 semanas
Estimulação de hiperplasia miofibrilar real e ativação de células satélites1x/dia; uso em pesquisa avançada; manter ciclos ≤ 4 semanas para evitar dessensibilização do IGF-1R80 – 120 mcg1x/dia; uso em pesquisa avançada; manter ciclos ≤ 4 semanas para evitar dessensibilização do IGF-1R
Suporte à recuperação muscular acelerada e anti-catabolismo em pesquisa1x/dia; pode ser usado em dias de descanso; ciclos de 2–4 semanas com intervalo equivalente40 – 60 mcg1x/dia; pode ser usado em dias de descanso; ciclos de 2–4 semanas com intervalo equivalente
Modulação de composição corporal com redução de gordura concomitante (pesquisa)1x/dia; associação frequentemente avaliada com GH exógeno em contexto de pesquisa60 – 100 mcg1x/dia; associação frequentemente avaliada com GH exógeno em contexto de pesquisa

Protocolo de dosagem

Iniciante → Intermediário → Avançado

NívelDoseFrequênciaVia
Iniciante20–30 mcg1x/dia · pós-treinoSC
Intermediário40–50 mcg1x/dia · pós-treinoSC
Avançado50 mcg1x/dia · pós-treino ou dias alternadosSC
Iniciante: 1x/dia · pós-treino · SCConsumir carbs imediatamente após
Intermediário: 1x/dia · pós-treino · SCAplicar próximo ao músculo trabalhado
Avançado: 1x/dia · pós-treino ou dias alternados · SCCiclos curtos obrigatórios — 4 semanas máx

Iniciante:Consumir carbs imediatamente após

Intermediário:Aplicar próximo ao músculo trabalhado

Avançado:Ciclos curtos obrigatórios — 4 semanas máx

Ciclo: 4–6 semanas · pausa 4–6 semanas

›ATENÇÃO: monitorar glicemia — risco de hipoglicemia pós-injeção. Consumir carboidratos imediatamente após. Ciclos curtos são OBRIGATÓRIOS devido ao risco de resistência a insulina e hiperplasia.

Protocolo de titulação

Escalonamento progressivo da dose

  1. 1
    Passo 1 — Sensibilização e avaliação de tolerância20 – 30 mcg

    Aplicar por 5–7 dias; avaliar tolerância glicêmica, resposta ao sítio de injeção e ausência de hipoglicemia antes de progredir

  2. 2
    Passo 2 — Dose funcional conservadora50 mcg

    Manter por 1–2 semanas; monitorar glicemia pós-aplicação; garantir refeição proteico-carboidratada na janela de 30–60 minutos após a injeção

  3. 3
    Passo 3 — Dose intermediária de pesquisa80 – 100 mcg

    Avançar somente se não houver sinais de hipoglicemia nos passos anteriores; monitorar retenção hídrica e sensação de letargia; não exceder 4 semanas consecutivas nesta dose

  4. 4
    Passo 4 — Dose máxima em pesquisa avançada100 – 120 mcg

    Uso exclusivo em pesquisa especializada; mínimo de 4 semanas OFF após o ciclo; monitorar marcadores de crescimento tumoral em uso prolongado

Ciclo recomendado

Duração do ciclo

Máximo de 4 semanas ON · mínimo de 4 semanas OFF (relação 1:1 obrigatória)

›A meia-vida prolongada do IGF-1 LR3 (20–30 horas) acumula efeitos anabólicos sistêmicos ao longo do ciclo, ativando de forma sustentada o eixo PI3K/Akt/mTORC1 e a proliferação de células satélites. O período OFF é essencial para restaurar a sensibilidade do IGF-1R, evitar hiperplasia de tecidos não musculares e permitir avaliação de segurança.

Dose máxima recomendada em pesquisa: 120 mcg/dia. Ciclos superiores a 4 semanas estão associados a risco aumentado de dessensibilização do receptor, retenção hídrica significativa e potencial proliferativo em tecidos com alta densidade de IGF-1R. Nunca usar concomitantemente com insulina exógena sem monitoramento glicêmico rigoroso. Uso exclusivamente em pesquisa — não aprovado para uso clínico humano.

Benefícios e riscos

Benefícios relatados

  • Hiperplasia muscular real via proliferação e diferenciação de células satélites miogênicas
  • Hipertrofia acelerada por ativação sustentada da via mTORC1 e síntese proteica elevada
  • Efeito anticatabólico potente — inibe apoptose celular via Akt/BAD e reduz proteólise muscular
  • Melhora significativa na recuperação pós-treino com redução de dano tecidual e inflamação local
  • Efeito shuttle de nutrientes — aumenta captação de glicose e aminoácidos pelo músculo esquelético
  • Melhora da composição corporal com redução relativa de gordura por estímulo à lipólise via IGF-1R em adipócitos
  • Aumento do fullness muscular e vascularização por retenção intracelular de glicogênio e água
  • Potencial neuroprotetor e regenerativo em tecido conjuntivo, cartilagem e ligamentos

Riscos e efeitos colaterais

  • Hipoglicemia severa — o IGF-1 LR3 possui atividade insulinomimética relevante
  • injeções sem ingestão de carboidratos podem causar hipoglicemia sintomática grave (tontura, sudorese, perda de consciência)
  • Resistência à insulina com uso prolongado — downregulation de receptores insulínicos por competição com IGF-1R e hiperinsulinemia compensatória
  • Crescimento de tecidos indesejados — estimulação de IGF-1R em tecidos viscerais, cartilaginosos (acromegalia-like) e potencial de crescimento de órgãos com uso crônico
  • Risco oncológico teórico — IGF-1R é superexpresso em diversas neoplasias
  • uso em indivíduos com histórico familiar de câncer é contraindicado
  • Dor articular e edema periarticular por retenção hídrica e alteração do metabolismo do colágeno
  • Supressão do eixo GH/IGF-1 endógeno com uso prolongado, levando a queda dos níveis basais após ciclo
  • Dessensibilização dos receptores IGF-1R com uso contínuo acima de 6 semanas, reduzindo eficácia e justificando pausas obrigatórias

Contraindicações

Quem NÃO deve usar

  • Histórico pessoal ou familiar de neoplasias malignas — especialmente tumores com superexpressão de IGF-1R (mama, próstata, cólon, pulmão e tumores neuroendócrinos)
  • Acromegalia ativa ou histórico de adenoma hipofisário secretor de GH — risco de amplificação do eixo GH/IGF-1 já hiperfuncionante
  • Retinopatia diabética proliferativa — risco de neovascularização patológica acelerada pela ativação do IGF-1R retiniano
  • Diabetes mellitus tipo 1 ou hipoglicemia recorrente — a meia-vida longa aumenta o risco de hipoglicemia prolongada e de difícil reversão
  • Gestação e amamentação — risco teratogênico e de alterações no desenvolvimento fetal mediadas pela ativação sistêmica do IGF-1R
  • Menores de 21 anos com placas epifisárias abertas — risco de crescimento ósseo acelerado e descontrolado com possível fechamento epifisário prematuro

Linha do tempo esperada

Dias 1–5: Hipoglicemia pós-injeção perceptível, pump muscular aumentado e sensação de fullness — sinal de atividade imediata nos receptores → Sem 1–2: Melhora na recuperação entre sessões, redução de dor muscular tardia (DOMS), aumento de vascularização local → Sem 2–4: Ganhos de massa muscular perceptíveis, melhora na densidade e fullness muscular, possível retenção hídrica leve e ganho de força funcional → Sem 4–6: Pico de efeito anabólico com hiperplasia e hipertrofia combinadas, composição corporal visivelmente melhorada, recuperação acelerada mesmo em treinos de alta frequência → Off (2–4 sem após ciclo): Manutenção parcial dos ganhos de hiperplasia (permanentes), possível queda de fullness por normalização de IGF-1 endógeno — pausa obrigatória para restauração da sensibilidade dos receptores

Técnica de aplicação

Aplicação subcutânea: pince a pele do abdômen ou coxa, insira a agulha em ângulo de 45–90°, aspire/injete devagar e faça rodízio dos locais a cada aplicação.

Armazenamento

  • Após reconstituir: refrigere a 2–8°C, protegido da luz.
  • Use em até 60 dias após a reconstituição.
  • Frasco lacrado (liofilizado): válido por cerca de 730 dias quando bem armazenado.
  • Descarte se a solução estiver turva, com partículas ou alterar de cor.

Notas importantes

Reconstituir com ácido acético 0,6% (500 µL para 1 mg = concentração de 2 mcg/µL), que estabiliza a molécula e preserva atividade biológica por até 6 meses refrigerado; evitar BAC water como solvente primário pois pode reduzir estabilidade a longo prazo. Para uma dose de 50 mcg com seringa de insulina U-100, aspirar 25 unidades da solução reconstituída, diluir em 0,3–0,5 mL de salina isotônica estéril antes de injetar para reduzir irritação local e melhorar dispersão. Aplicar imediatamente após o treino (janela anabólica) no músculo-alvo via SC profunda ou IM, seguido de ingestão imediata de 30–50 g de carboidratos de rápida absorção para prevenir hipoglicemia. Ciclos de 4–6 semanas seguidos de pausa mínima igual ao tempo de uso; nunca exceder 100 mcg/dia mesmo em protocolos avançados.

Combinações

Combinações populares

  • GH (Hormônio do Crescimento) (sinergia direta — GH estimula produção hepática de IGF-1 endógeno enquanto o LR3 prolonga e amplifica a sinalização IGF-1R, potencializando hipertrofia e lipólise)
  • BPC-157 (efeito regenerativo sinérgico em tecido conjuntivo, tendões e ligamentos, reduzindo risco de lesões em fases de ganho acelerado de massa)
  • GHRP-2 ou Ipamorelin + CJC-1295 (estimulação pulsátil de GH endógeno complementa a ação do IGF-1 LR3, criando ambiente anabólico completo com menor supressão do eixo hipotalâmico)
  • Testosterona ou compostos anabólicos androgênicos (andrógenos upregulam receptores IGF-1R e aumentam sensibilidade tecidual, potencializando a hiperplasia induzida pelo LR3)
  • TB-500 / Thymosin Beta-4 (acelera recuperação de microlesões musculares e melhora angiogênese local, complementando o efeito regenerativo do IGF-1 LR3 em ciclos intensos)

Suplementos complementares

  • Creatina monoidratada, Whey protein isolado, Magnésio quelato, Vitamina D3 + K2, Ácidos graxos ômega-3, Glicose de absorção rápida (dextrose ou maltodextrina pós-injeção)

Relacionados

IGF-1 DES→MGF→PEG-MGF→

Perguntas frequentes

O que é IGF-1 LR3 e para que é estudado?

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Fator de Crescimento semelhante à Insulina tipo 1, versão Long R3. Variante com meia-vida prolongada e maior potência que o IGF-1 nativo, com forte efeito anabólico. O IGF-1 LR3 é uma variante sintética do IGF-1 nativo com substituição de Arg por Glu na posição 3 e adição de uma extensão de 13 aminoácidos na região N-terminal, o que reduz drasticamente sua afinidade pelas proteínas de ligação IGFBPs (1 a 6), aumentando a fração livre circulante e a meia-vida plasmática para 20–30 horas (contra 12–15 minutos do IGF-1 nativo). Ao se ligar ao receptor tirosina-quinase IGF-1R, promove autofosforilação e ativação das vias PI3K/Akt/mTORC1 — responsáveis pela síntese proteica, hipertrofia e sobrevivência celular — e da cascata RAS/MAPK/ERK, que regula proliferação e diferenciação de células satélites miogênicas. A ativação sustentada dessas vias resulta em efeitos anabólicos sistêmicos prolongados, com potencial para hiperplasia muscular real (aumento do número de fibras) além da hipertrofia convencional. Conteúdo educacional — não substitui orientação médica.

Como reconstituir IGF-1 LR3?

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A reconstituição usa ácido acético 0,6% (cerca de 2 mL): injete o diluente lentamente pela parede do frasco e gire suavemente até dissolver — nunca agite. Use sempre material estéril. Veja o passo a passo completo nesta página.

Como armazenar IGF-1 LR3?

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Refrigerar 2–8°C. Após reconstituído, a literatura sugere uso em até 60 dias. Rotule o frasco com a data de reconstituição e proteja da luz.

Qual a dose de IGF-1 LR3 estudada em pesquisa?

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Em protocolos de pesquisa documentados, IGF-1 LR3 aparece em torno de 50 mcg, diário, via subcutânea. Valores são apenas informativos e variam por estudo — não constituem recomendação de uso.

Referências

  1. 1Stremming J, et al. Sheep recombinant IGF-1 promotes organ-specific growth in fetal sheep. Front Physiol. 2022. DOI ↗
  2. 2Jonker SS, et al. Coronary vascular growth matches IGF-1-stimulated cardiac growth in fetal sheep. FASEB J. 2020. DOI ↗
  3. 3Stremming J, et al. IGF-1 infusion to fetal sheep increases organ growth but not by stimulating nutrient transfer to the fetus. Am J Physiol Endocrinol Metab. 2021. DOI ↗
  4. 4Clark AR, et al. Provisional Treatment of Volumetric Muscle Loss With Insulin-like Growth Factor 1 Releasing Muscle Void Fillers. J Surg Res. 2025. DOI ↗
  5. 5Oliver WT, et al. The local expression and abundance of insulin-like growth factor (IGF) binding proteins in skeletal muscle are regulated by age and gender but not local IGF-I in vivo. Endocrinology. 2005. DOI ↗
  6. Buscar mais artigos no PubMed ↗

Artigos obtidos do PubMed (NCBI). Os links levam ao DOI ou à ficha no PubMed.

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Veja também

  • Calculadora de reconstituição
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Conteúdo exclusivamente educacional e informativo. Não substitui orientação médica, não constitui prescrição nem recomendação de uso. Todos os cálculos partem de valores informados por você. Consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer protocolo.